terça-feira, 15 de junho de 2010

Infinitas conjecturas.

Obstinação - e todo seu amplo abrangimento, dedicação, fé, sonho, luta, vitória, frustração, experiência, vivência, conquista e aprendizado, vocábulario resultante de um longo e árduo trabalho diário (e até agora por seis anos) de todos os alunos da Escola Municipal de Bailado.
Nenhum destes vocábulos brota dentro de nós, eles surgem a partir do momento em que os vivemos como situação. E são essas situações corriqueiras que constroem nossas histórias. São elas que formam nosso alicerce da vida como bailarinos, que está envolto do imaginável e do inimaginável e crédulo.
Na minha concepção, é esta surpresa que nos fascina, essa incerteza - que ao mesmo tempo é certeza, é que nos incentiva a não desistir e persistir sempre.
O que queremos é estar em contato com o que mais amamos e nos identificamos na vida e sermos gratificados por tanto esforço.
Gratidão esta que nos é presenteada de formas diversas, prêmios ou simples gestos de afeto e admiração.
A arte, este espaço de arte (EMB), é o refúgio aconchegante dos alunos que aqui se sentem bem, felizes e completos: como eu.

P.S.: para todos, "Don't give up"
Autora: Beatriz C. Lacerda (aluna do 6ºano A)

domingo, 28 de março de 2010

70 anos

A Escola Municipal de Bailado de Sp está fazendo 70 anos, e nós alunos estamos fazendo um projeto buscando maiores informações sobre ela.
Nos baixos do Viaduto do Chá foi instalada a Escola Experimental de Dança Classica (atual Escola Municipal de Bailado) que funcionava há três anos em uma sala no Teatro Municipal.A escola foi fundada pelo prefeito Prestes Maia em 1940, com objetivo de formar bailarinos amadores como apoio às grandes montagens das temporadas líricas nacionais e internacionais.

Acho interessante a forma com que a escola se torna um casulo, enquanto do lado de fora há correrias, protestos, transitos, ambulantes, sirenes, violência e dentro um local calmo e especial para a arte.

Vitória Andrade